Abraço's & Amasso's |
Uso e abuso do concreto ao abstrato. Sonho tão alto quanto a lua e talvez tão profundo quanto o mar... Não basta sentir, é preciso transmitir, mostrar que pode ser bem mais além do que se vê... Pulando as rimas, combinando encontros e utilizando de acontecimentos improváveis -ou quem sabe ocorridos- vou brincando com as letras nas linhas e com os sentimentos nas entrelinhas. Assim traduzo a minha emoção sem usar a razão... Assim eu escrevo. - L.C |
[…] ultimamente não sei bem o que escrever. Minhas palavras andam meio confusas, complicadas de até eu mesmo entender… Muitos pensamentos bagunçados, coração apertado. Solidão querendo aparecer, e eu sem saber o que fazer. Esse medo me dominando, e sim mais uma vez quebrei meu coração. E as coisas ao meu redor conseguem mudar mais do que esse tempo maluco. Minhas palavras, saem todas atrapalhadas. Ando pelos cantos angustiada como se faltasse alguma coisa, um pouco de ordem, talvez algum sentimento, não sei, não consigo entender … Não consigo explicar, acho que é essa falta que você me faz, meu coração tá te querendo aqui de volta e não sabe como te chamar. (a-r)
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Martha Medeiros (via anjoperfeito)
(Source: vocechegarassim, via anjoperfeito)
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(Source: h-ypnoze, via incompletavel)
Já ouviu aquela frase “Quem vive de passado é museu?” Tô achando que sou um museu. Não sei esquecer, deixar pra lá, e largar de lado aquilo que tanto me marcou. E isso acaba sendo um problema. Problema que não me deixa seguir em frente sem dar aquela leve espiadinha lá atrás. Complicado. Tão complicado que chega a ser um defeito. Um defeito chamado “se importar”. Tá que se importar não é um defeito, mas passa a se importar demais pra você vê a merda que acontece. Não consigo me importar pouco, ou na medida certa. Sempre exagero. Se eu me importo, me importo demais. Pra caralho. Em excesso. Na verdade, eu queria saber como esquecer. Por onde começo? Poetas pediriam uma dose de amnésia. Já os jovens, não se contentariam com um pouco, então pediriam litros e mais litros. Agora eu? De tão exagerada que sou, pediria um tonel mesmo. Só assim pra poder esquecer, eliminar, deletar de vez sem direito a restauração. Mas eu não precisava esquecer, e sim desapegar. Pro-ble-ma-ço. Ainda não fiz a matéria “desapego”, e se fiz, tenho quase certeza que reprovei. Até hoje não aprendi, não sei, não decorei. O que é uma pena. Mas quer saber de uma coisa? Tô achando que não sou museu não. Museu ganha pra viver de passado, já eu, pago até hoje por isso. - Thiara Macedo (sdpm)
(via sociedadedospoetasmortos)